Vida de mãe não tem glamour
quarta-feira, 22 de abril de 2015
E quando a licença maternidade acaba?!
Nunca tive tanta vontade de prolongar um período da minha vida. A cada dia que passa fico um pouco mais aflita com o fim da minha licença maternidade. Não gosto nem de pensar na dor que se aproxima. Mas, essa é a realidade e neste último mês estou na saga em busca de um bom berçário para a Amanda. Visitei vários e ainda não achei o ideal que se enquadre no meu nível de exigência e orçamento. Como é difícil!
Cada vez que eu a amamento durante o dia ou a faço dormir no colinho eu lembro que esse nosso tempo vai acabar. Logo ela vai ter que tomar mamadeira dada por outra pessoa e talvez a façam dormir direto no berço. E assim vai começando a independência dela, mais cedo do que eu gostaria, pois faço parte da grande massa de mães que trabalham no regime CLT é só possuem míseros 120 dias de licença maternidade.
Enfim, esse é o mundo moderno, as mães trabalham por necessidade e também porque gostam. Estou amando passar esses preciosos momentos com a minha filha, mas a vida de dona de casa não serve pra mim. Apesar de amar a minha profissão, concordo que as mães que trabalham deveriam ter uma licença digna, de no mínimo 6 meses, em todo o tipo de relação trabalhista, não somente a pública. Ah se eu tivesse poder...Aprovaria uma licença de 1 ano para as mães e 30 dias para os pais. (devaneios)
Sobre as escolinhas; já visitei 10 até agora e gostei de duas, uma não tem vagas e a que mais gostei é a mais cara! Esta última sem dúvida é a melhor, amei a metodologia Pickler! É a única escolinha no Brasil com o selo Pickler. Ainda visitarei mais um berçário essa semana, recebi boas referências dele também. Espero concluir essa saga com paz no coração!
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Respira!
"Respira. Serás mãe por toda a vida. Ensine as coisas importantes; as de verdade. Ensine a pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes. Não se esqueça desses abraços, não os negue nunca. Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta são aqueles que você não deu.
Diga ao seu filho o quanto você o ama sempre que pensar nisso.
Deixe ele imaginar. Imagine com ele.
As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas que quebram podem ser substituídas.
Os gritos de mãe doem para sempre.
Você pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce.
Ele não precisa de tantos brinquedos. Trabalhe menos e ame mais!
E, acima de tudo, respire. Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez" (desconheço a autoria)
segunda-feira, 2 de março de 2015
Vida de mãe não tem glamour
É incrível como algo pode ser tão difícil e tão gratificante ao mesmo tempo! Ser mãe é renascer, é perder o controle da nossa própria vida, perder a privacidade, as noites de festas, a possibilidade de dormir até mais tarde, ou melhor, de dormir na hora desejada. É um amor tão grande, que assusta, dói, transforma!
Vida de mãe não tem glamour! Passamos por uma transformação difícil. Assumimos uma nova identidade; é como se recebêssemos mais uma pilha de pratos para equilibrar: mãe, mulher, esposa, profissional.
Ser mãe é saber lidar com a imperfeição humana, é aprender com os erros, aprender a lidar com a culpa (a famosa culpa de mãe).
Ser mãe é ser uma equilibrista: devemos implementar rotinas rígidas para nossos filhos ou criar com apego? Abrir mão da vida profissional para não permitir que terceiros cuidem do nosso bebê, ou retornar ao trabalho para ter maior estabilidade financeira em detrimento da emocional?
Abdicamos, temporariamente, do sexo, da vaidade, daquele belo vinho, dos nossos hobbies. Nos isolamos em casa nos primeiros meses, viramos anti sociais para proteger os bebês.
Arrisco a dizer que os primeiros dias de uma mãe são os dias mais difíceis da vida dela! Puerpério não é fácil! Mas apesar de todas as dificuldades, de todos os dilemas, de todo o cansaço; a maternidade traz força, criatividade e muito, mas muito AMOR para criarmos o nosso bem mais precioso, a herança de Deus para nossas vidas: nossos filhos!
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